Balas e Purpurinas E se a Eurovisão não for só sobre música?

O musical ‘Balas e Purpurinas’ revela o lado oculto da Eurovisão, onde a música, a política e a história se cruzam.

A Eurovisão é um espetáculo de luz, cor e emoção, mas há muito mais por trás do brilho e da festa. Balas e Purpurinas, o musical que explora os bastidores e a história do concurso, regressou para uma segunda edição e estreou no passado dia 27 de março no Auditório do Casino Estoril. O espetáculo foi escrito por Henrique Feist que também sobe ao palco como ator e cantor.

A NOVA GENTE esteve à conversa com o elenco, composto por Catarina Clau, Filipa Azevedo, Henrique Feist e Valter Mira. No espetáculo, os artistas revisitam alguns dos temas mais icónicos da Eurovisão, interpretando-os na sua língua original, e revelam o “lado B” do concurso – onde nem tudo é música e festa.

Henrique explicou-nos a escolha do nome do espétaculo e a sua simbologia:

“(…) Por trás de cada purpurina, por trás dos brilhos que vemos no palco da Eurovisão, há balas, ou seja, há história, há uma história da Europa toda por contar que, uma vez por ano, assistimos a limpar armas naquele palco ou a vingarem-se de alguma coisa que aconteceu durante o ano. (…) Portanto, ‘Balas e Purpurinas’ advém disso: por trás daquela purpurina, por trás daquele sorriso todo, há política, há guerras… daí as balas”, fez saber.

Veja a entrevista na íntegra!

Texto: Beatriz Soares; Fotos: Arquivo Impala. 

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