Mulher encontrou menina bebé no lixo | 3 anos depois, a criança parece outra
Uma mulher de 28 anos fazia voluntariado no Haiti quando encontrou uma bebé de 3 meses abandonada no lixo. Salvou-a, adotou-a e criou-a.
Sarah Conque, norte-americana de 28 anos, frequentava a faculdade quando decidiu fazer voluntariado no Haiti, para ajudar crianças com deficiência numa clínica local. Em janeiro de 2014, tinha acabado de chegar ao país quando uma mulher entrou no hospital com uma criança de três meses nos braços. Este encontro viria a mudar a vida de Sarah para sempre. A de Sarah e a da pequena Nika.
Nika, menina de três anos sofre de hidrocefalia, uma doença provocada pela acumulação de líquido no interior da cavidade craniana que resulta no inchaço da cabeça. A criança parecia mal cuidada e precisava de tratamento, mas a mãe – entretanto encontrada – parecia estar mais preocupada em esconder a sua vergonha do que propriamente em salvar a filha, que levou para casa escondida em cobertores.
Meses mais tarde, Sarah decidiu ir até a casa de Nika para visitá-la. Quando chegou à morada da criança, ficou totalmente chocada. A bebé, já com 11 meses, estava de abandonada em casa, de novo deitada num saco velho de arroz e cercada por lixo. Não foi difícil para Sarah convencer a mãe biológica de Nika a deixá-la tomar conta da criança.
“Na primeira semana em que fiquei com a Nika, pude ver o quão negligenciada ela tinha sido”, recorda jovem voluntária. Os órgãos internos da criança estavam prestes a parar de funcionar, devido à subnutrição extrema. Além disso, a maior parte dos bebés com hidrocefalia morre antes do primeiro ano de vida.
A situação de Nika era tão grave que os médicos disseram a Sarah Conque de que ela deveria esperar por um milagre. Porém, e apesar de ter todos os fatores estarem contra a sua sobrevivência, a pequena guerreira queria viver. Meses mais tarde, Sarah acabou por ganhar a guarda de Nika e levou-a com ela para os Estados Unidos. A criança tem sido tratada desde então e já foi submetida a várias cirurgias que ajudaram a diminuir a circunferência do crânio. Além do apoio clínico, outro “tratamento” tem feito de Nika uma criança cada vez mais feliz: o amor de Nika e do companheiro.
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